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Domingo, 11 de Outubro 2026
PM morto durante confronto com criminosos foi atingido por bala disparada por outro policial
Policial

PM morto durante confronto com criminosos foi atingido por bala disparada por outro policial

Um laudo de balística da Polícia Científica concluiu que o policial militar Leandro Gadelha da Silva, morto durante um confronto em Novo Gama.

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Um laudo de balística da Polícia Científica concluiu que o policial militar Leandro Gadelha da Silva, morto durante um confronto em Novo Gama, no Entorno do Distrito Federal, foi atingido por um disparo acidental realizado por outro policial. O resultado da perícia, divulgado na última quarta-feira (13), confirmou que o único projétil encontrado no corpo de Leandro, retirado de seu peito, era de munição pertencente à própria polícia.

Leandro foi atingido por cinco disparos: dois no peito, um na perna, um no braço e outro no antebraço. O laudo reforça que o disparo fatal, no peito, foi efetuado por um colega, levantando suspeitas de um erro operacional.

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O documento foi encaminhado à Gerência Executiva de Correições e Disciplina da Polícia Militar e ao Grupo de Investigação de Homicídios de Novo Gama. Em nota, a Polícia Militar de Goiás informou que está colaborando com as investigações e fornecendo todas as informações necessárias para esclarecer o caso.

Desde agosto, a possibilidade de um disparo acidental foi levantada pela Polícia Civil. O delegado Taylor Brito informou que um colega de Leandro havia confessado, em depoimento, que poderia ter efetuado o disparo fatal.

“Ponto que merece destaque na investigação é a versão do policial militar ao dizer que um dos disparos efetuados por ele pode ter atingido a vítima Leandro Gadelha de forma acidental”, destacou o delegado na época.

Apesar disso, quatro suspeitos envolvidos na ocorrência foram indiciados por homicídio e tentativa de homicídio. Segundo o relatório policial, eles estavam em uma negociação de arma de fogo, que evoluiu para um tiroteio entre um dos suspeitos e os policiais, resultando na morte de Leandro e em outro homem baleado.

O caso está sob sigilo no Tribunal de Justiça de Goiás, e novos detalhes devem emergir à medida que as investigações avancem. A defesa do policial apontado como responsável pelo disparo fatal afirmou que aguardará a conclusão da investigação para se pronunciar.

 

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