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Terça-feira, 05 de Maio de 2026

Notícias/Policial

Tio morre após sobrinha derramar óleo quente no ouvido dele enquanto ele dormia

O crime, que aconteceu no dia 19 de março deste ano, foi investigado pela Polícia Civil (PC), que apontou desentendimentos familiares como a possível motivação.

Tio morre após sobrinha derramar óleo quente no ouvido dele enquanto ele dormia
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Uma adolescente de 16 anos é suspeita de matar o próprio tio, de 43 anos, ao derramar óleo quente no ouvido dele enquanto ele dormia, em Uruaçu, no norte de Goiás. O crime, que aconteceu no dia 19 de março deste ano, foi investigado pela Polícia Civil (PC), que apontou desentendimentos familiares como a possível motivação.

De acordo com as autoridades, a vítima e a sobrinha tinham conflitos frequentes, pois ele não concordava com as companhias da jovem. No dia do crime, a adolescente aqueceu um litro de óleo até fervura e, em seguida, despejou o líquido no ouvido do tio enquanto ele dormia. A família morava na mesma casa, onde também viviam a mãe e a avó da suspeita.

O homem foi socorrido e recebeu os primeiros atendimentos no Hospital Estadual Centro Norte Goiano (HCN), mas, devido à gravidade dos ferimentos, precisou ser transferido para o Hospital Estadual de Urgências Governador Otávio Lage de Siqueira (Hugol), em Goiânia. Contudo, ele não resistiu e faleceu na sexta-feira (28).

A adolescente foi apreendida no sábado (29) e está internada por ato infracional análogo ao crime de homicídio triplamente qualificado. O delegado responsável pelo caso, Domênico Christus Doehler Rocha, informou que a motivação do crime estaria relacionada às discordâncias do tio sobre as amizades da jovem. “Ele não concordava com companhias de pessoas, a seu juízo, de má índole”, explicou.

Além da apreensão da jovem, a polícia também confiscou o celular dela e de um terceiro, que pode ter envolvimento no crime. Conforme a legislação, a adolescente poderá cumprir até três anos de medida socioeducativa por ato infracional análogo ao homicídio triplamente qualificado, caracterizado pela futilidade, pelo meio insidioso e cruel, e pelo recurso que impossibilitou a defesa da vítima.

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